Publicado: 29 de março de 2018, 14:16

Acadêmicos de veterinária visitam Seagri e oferecem parceria


Numa demonstração da cortesia, os estudantes ofereceram à secretária a muda de uma espécie de cactos sem espinhos. Esta espécie pode ser cultivada como alternativa na produção de alimentação animal, segundo professor Júlio Salinas.

Na última quarta-feira, 27, numa atitude proativa extremamente louvável, os acadêmicos de veterinária da Faculdade Pio Décimo visitaram o gabinete da Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (SeagriSE) para encontro com a secretária Rosilene Rodrigues. O objetivo da visita dos acadêmicos foi discutir parceria de assistência técnica voltada para o campo.

Acompanhados do professor Júlio Salinas, os acadêmicos procuraram a SeagriSE com o propósito de apresentar as perspectivas dos jovens estudantes atuarem no campo sergipano. “É uma via de mão dupla: na medida em que os alunos vivenciam a experiência no campo, colaboram emprestando seus conhecimentos, consequentemente aperfeiçoam sua prática”, argumenta professor Júlio.

Rosilene Rodrigues elogiou a atitude dos acadêmicos e deixou as portas abertas para firmar parcerias que beneficie a população do campo. “Parabenizo a iniciativa de vocês, em especial do trabalho conduzido pelo professor Júlio, e coloco-me à disposição para botarmos em prática essa parceria. Também sou professora e sei da importância do trabalho de extensão acadêmica, principalmente quando está voltado para as práticas que beneficiam os pequenos produtores”.

O diretor técnico da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário do Estado de Sergipe (Emdagro), Gismário Nobre, também participou do encontro. Gismário participou para contribuir com o debate da assistência técnica fazendo um balanço das principais ações. “Nessa área que a veterinária atua destaco a contribuição da assistência técnica que tem colaborado para a melhoria da qualidade genética do rebanho sergipano. A Emdagro tem promovido momentos de transferência de tecnologia com os produtores. Hoje, por exemplo, temos no alto sertão uma das maiores bacias leiteria do Brasil com uma produção de 600 mil litros/dia, um dos fatores é, sem dúvida, a qualidade genética do rebanho”.

Numa demonstração da cortesia, os estudantes ofereceram à secretária a muda de uma espécie de cactos sem espinhos. Esta espécie pode ser cultivada como alternativa na produção de alimentação animal, segundo professor Júlio Salinas.


Atualizado: 29 de março de 2018, 14:16
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